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sábado, 26 de novembro de 2016

Do Amor - cena XXXI

O amor não termina assim.
Pra mim apenas mina o rubor
que germina com dor pro fim.
Sangro uma tina de jasmim incolor
e parto, sem ir, enfim.
O amor ensina e confina o ama(dor)

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Psicodélicos
saem de dentro de mim
cada qual reivindicando 
condutas e caminhos 
di(versos)
cujo fim é
em mi(m) 

menor

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Vivendo e Não Aprendendo

Plebe, 
ao mesmo tempo rude e inocente,
qual mutante, seco e molhado,
abandono o Gueto,
caverna de onde nunca saí,
com ira, cólera e ojeriza de
Uns e Outros,
legião de barões sem sucesso,
verdadeiros picassos falsos,
interessados em lhe dar,
minha Vênus,
aquilo que somente eu, titã, posso oferecer
- Violetas de Outono

domingo, 13 de novembro de 2016

Do Amor - cena XXX

Domingo,
chovo e arrebento-me
no asfalto e na terra
águo-me em todos os lugares
para renascer
violeta para você
Acordes acordaram!
Reificaram-me
justo eu, que nunca fui
sendo sempre
outro 
alheio 
dissonante e distorcido 
na clave de Dioniso